Não, não vou soltar. Da última vez que fiquei sem você, doeu
terça-feira, 3 de maio de 2011
Amigos homens,
Te ensinam a jogar futebol. Dedicam um gol para você; Te chamam de lezada/burra. Te dão abraços sinceros e alias fortes até demais. Jogam vídeo game com você. Sempre pergunta se a sua bff esta solteira, pedem conselhos sobre meninas, nos dão conselhos sobre meninos. Não falam mal da gente nas costas, sempre fala na nossa frente. Sempre te defende dos carinhas estranhos cheios de graça que chegam perto de você. Batem na sua cabeça toda hora. Eles não ligam quando você só fala do menininho que você gosta, não liga em ficar altas horas com você no telefone. Chama o cara que você gosta de idiota. Te fazem sorrir. Mas principalmente, eles ficam sempre ao seu lado, te dão conselhos incríveis e te abraçam forte mesmo que você fale “não é nada”, eles sabem que é algo. Eles são mais que uns amigos, são IRMÃOS!
Eu já terminei com alguém que amava, sei como dói. Sei como nos sentimos depois – um lixo, sem nada. Pensamos de 5 em 5 segundos se essa realmente foi a opção certa, se esse alguém irá voltar atrás (porque a gente mesmo muitas vezes não tem coragem). E então, quando essa pessoa fala conosco… O nosso coração se enche de alegria; corremos para todos que acompanharam a nossa tristeza, loucas para gritar que ela voltou. Loucas para que o mundo inteiro saiba disso.
É fácil desistir de algo, o difícil é conviver com o depois: ver fotos de casais e juntar sempre você e tal individuo; ouvir músicas mil vezes e chorar em cada uma delas; ficar insuportável, descontar a raiva em quem não tem culpa; perder a vontade de dormir e acordar, fazer as coisas que mais amamos. O difícil é esquecer, não pensar que ele talvez esteja com outra. É não conter a ansiedade, não sentir um buraco dentro de si… Não se sentir vazia.
O difícil é lutar contra o amor.
Mayara Biorieguer
É fácil desistir de algo, o difícil é conviver com o depois: ver fotos de casais e juntar sempre você e tal individuo; ouvir músicas mil vezes e chorar em cada uma delas; ficar insuportável, descontar a raiva em quem não tem culpa; perder a vontade de dormir e acordar, fazer as coisas que mais amamos. O difícil é esquecer, não pensar que ele talvez esteja com outra. É não conter a ansiedade, não sentir um buraco dentro de si… Não se sentir vazia.
O difícil é lutar contra o amor.
Mayara Biorieguer
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